
experiências e aventuras".
Questionado sobre os "muitos anos de andarilho por esse país fora..." responde Rui Dias José:
Fui coleccionando rostos e sensações, conhecendo pessoas, fazendo amizades.
(...)
Chegar a uma terra sozinho, significava ter de (muito rapidamente) entabular diálogo, estabelecer pontos de contacto e formas de abordagem. Na mais das vezes, é o acaso e os instintos que comandam.
Ficou-me o deslumbramento pelos conhecimentos de ocasião... como o taxista apalavrado à saída do Aeroporto de Santa Cruz da Graciosa e que acabou meu "Anjo da Guarda" enquanto por lá estive ou aquele guia-menino que me mostrou a ilha de Moçambique ou o estudante de medicina (angolano e negro) que foi meu intérprete na Bósnia (e que eu tinha de conseguir dissimular quando viajávamos do lado sérvio para o lado muçulmano e vice versa).
É claro que se não esquecem paisagens e sabores... mas são os rostos que permanecem.
Entrevista a merecer leitura atenta (clique aqui).
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